PRESENTACIÓN

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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Ricón de lectura

La lectura no solo proporciona información (instrucción) sino que forma (educa) creando hábitos de reflexión, análisis, esfuerzo, concentración... y recrea, hace gozar, entretiene y distrae.
• La lectura ayuda al desarrollo y perfeccionamiento del lenguaje. Mejora la expresión oral y escrita y hace el lenguaje más fluido. Aumenta el vocabulario y mejora la ortografía.
• La lectura mejora las relaciones humanas, enriqueciendo los contactos personales.
• La lectura da facilidad para exponer el propio pensamiento y posibilita la capacidad de pensar.
• La lectura es una herramienta extraordinaria de trabajo intelectual ya que pone en acción las funciones mentales agilizando la inteligencia. Por eso tiene relación con el rendimiento escolar.
• La lectura aumenta el bagaje cultural; proporciona información, conocimientos. Cuando se lee se aprende.
• La lectura amplía los horizontes del individuo permitiéndole ponerse en contacto con lugares, gentes y costumbres lejanas a él en el tiempo o en el espacio.
* La lectura estimula y satisface la curiosidad intelectual y científica.






Día de los indios

Un proyecto realizado por la Escuela de Referencia en Enseñanza Media Dr. Mota Silveira de la cuidad de Bom Jardim, con la orientación del profesor Gustavo Braz a cerca de los habitantes de la América y su contribución para nuestra cultura. Visitamos  un sitio arqueológico llamada Piedra del Indio en la misma ciudad. Identificamos los principales aspectos de las comunidades aborígenes antes de la llegada de los españoles, haciendo comparaciones, estudiando vocabulario, hábitos culturales e fragmentos de textos literarios en varias partes de la visita como por ejemplo: surgimiento de las crónicas de las Indias y otros de diarios de los navegantes españoles.  Después, en las clases de español, los alumnos presentaron diversas actividades teatrales con leyendas y cuentos de los pueblos americanos.














Competencia comunicativa

O homem encontrou na comunicação a alternativa de ter um espaço na sociedade e de se tornar um ser sociável, interagindo seu modo de vida e oportunizando a possibilidade de mudar sua realidade.  
A necessidade de comunicação fez com que o homem criasse meios de se relacionar, diminuindo o individualismo e encurtando distâncias. O ato de se comunicar, segundo BORDENAVE, 2005, p.36:
“serve para que as pessoas se relacionem entre si, transformando-se mutuamente e a realidade que as rodeia. Sem a comunicação cada pessoa seria um mundo fechado em si mesmo. Pela comunicação as pessoas compartilham experiências, ideias e sentimentos. Ao se relacionarem como seres interdependentes, influenciam-se mutuamente e, juntas, modificam a realidade onde estão inseridas”.
Deste modo, a comunicação reflete na ação humana e estabelece princípios linguísticos mediante o contexto sócio-cultural onde o indivíduo esta inserido, gerando assim Competência Comunicativa.  
Essa por sua vez, é concebida a partir de regras sociais, culturais e psicológicas de uso específico da linguagem em determinado momento. Dell Hymes (1971) pesquisou algumas regras de uso de uma língua nos próprios contextos sócio situacionais em que a comunicação verbal de um grupo se realiza por meio de dois módulos que segue abaixo:
Linguistic aspects 1. Aspectos linguísticos: que compreende a Phonology and orthographyfonologia e ortografia, a Grammargramática, voVocabcabulário e Discourse (textual) discurso (textual).
Pragmatic aspects 2. Aspectos pragmáticos: que envolve a prática da língua em suas Functionsfunções, variações, habilidades de interação e o quadro cultural do indivíduo. 
Assim, sua proposta possibilitou a descrição das regras que configuram a Competência Comunicativa dos membros de determinadas comunidades, gerando a aquisição de certas capacidades linguísticas. 
Hymes (1971) ainda menciona que a Competência Comunicativa deve ser abarcada como um conjunto de destrezas e conhecimentos necessários para que os falantes de uma comunidade linguística possam se entender, ou seja, tal competência seria a nossa capacidade de decodificar e usar, de maneira correta, o significado social das variedades linguísticas, em quaisquer situações.
É mister salientar que as Competências Comunicativas constituem em atos de comunicação entre dois ou mais indivíduos em circunstância de intercambio, dirigido por códigos de interação social, já que o homem é um ser sociável (VIGOTSKY, 1998).
Chomsky (1965) determina Competência Linguística como a capacidade que o falante tem de a partir de um número finito de regras, produzir um número infinito de frases. Desse ponto de vista, competência refere-se à capacidade de usar a língua de acordo com a situação e local onde o falante se encontra.
Dessa forma, o indivíduo possui a capacidade para praticar uma língua de forma comunicativa envolvendo, portanto, o conhecimento dessa mesma língua para usar esse conhecimento mediante seus anseios (BACHMAN, 1990).
Essa concepção de competência dar-se-á por meios de conhecimentos específicos que devem ser utilizados no processo de comunicação. Para isso, sugerimos um modelo simplificado a cerca do pensamento de Bachman:      
Sentindo a necessidade de ampliar seus conceitos, reavaliou seu modelo e introduziu significativas alterações, denominando o conceito de competência para conhecimento, que por sua vez “gera a capacidade de utilizar o conhecimento da língua em sintonia com as características do contexto para criar e interpretar significados” (BACHAMAN 1991: 683).  
O esboço a baixo transmite uma ideia dessa percepção de Bachman.
Fig. 1 – Criado a partir da teoria de Bachman, Lyle F. “Whal does languae testing have to offer ?” In: TESOL Quarterly, 25 (4), 1991.
            Contudo, utilizar uma língua envolve conhecimento organizacional e pragmático dessa língua, querendo estratégicas metacognitivas. Desse modo, o conhecimento organizacional conduz o indivíduo a usar de maneira determinada os textos orais e escritos, enquanto o pragmático, estrutura os enunciados\frases, para produzir o significado. Do ponto de vista organizacional, esse está subdividido em gramatical, conexo como os enunciados\frases individuais se estruturam e textuais relacionados como os enunciados e frases se estruturam para gerar significados por meio de textos intangíveis.  O pragmático por sua vez, se subdivide também em proposicional e funcional. O proposicional relaciona como o conteúdo está ligado aos enunciados\frases. Já o funcional, refere-se às intenções dos falantes e o sociolinguístico, ao uso da língua, que insere o homem no seu contexto social, cultural e psicológico, possibilitando definir como os enunciados\frases está relacionado aos atributos do contexto de sua inserção social. No mais, as estratégias metacognitivas estão relacionadas à forma de avaliação do falante, que produz a aspiração de se almejar um objeto X e o que é preciso para atingi-lo. Quanto aos objetivos, esses por sua vez, possuem o que o interlocutor deseja alcançar. E por fim, o planejamento, que traça metas antes de emitir o enunciado em mente, determinando como utilizar aquilo que deseja. 
Almeida Filho, também se posicionou a respeito dessa linha de pensamento, tentando explicar o que é gerado pelo processo comunicativo no ensino\aprendizagem de uma língua. De tal modo, definiu apud SILVA, 2004: 13:
:
 “comunicação como uma forma de interação social onde ocorrem demonstrações de apresentação pessoal, conjugadas ou não a casos de construção de conhecimento e troca de informações, esse autor concebe a comunicação verbal não como um simples processo linguístico, mas como um processo mais complexo, exigindo dos envolvidos uma competência comunicativa que, por sua vez, depende de outras competências e conhecimentos. Essa competência comunicativa inclui o desempenho do participante, desempenho este dependendo do seu grau de acesso aos conhecimentos disponíveis”.
Partindo do ponto de vista do pensamento de Almeida Filho, sugerimos o seguinte esquema abaixo:
                                               Comunicação verbal
                                          
                        Exige competência comunicativa dos envolvidos

                                  Conhecimentos (grau de acesso)

                                       Competência comunicativa
                                                                  X
             Desempenho comunicativo (regra gramatical + contexto)
    =
                                                    COMUNICAÇÃO

Assim sendo, a comunicação verbal exige um perfil de competência comunicativa dos envolvidos de maneira eficaz, visando o desenvolvimento científico do conhecimento a partir de seus graus de acesso que por sua vez, estabelece uma competência comunicativa, gerando desempenho a consolidação do aprendizado em seu contexto social, mediante suas habilidades e desempenho efetivo.
E assim, a comunicação vai transformando o mundo, cruzando caminhos, aproximando as pessoas. A comunicação objetiva favorecer o procedimento de crescimento humano, pois desde o começo do mundo ela se constitui como uma ferramenta precisa.
Sem comunicação o mundo nunca teria se desenvolvido e alcançado sua dimensão. Do que adianta existir o ser humano e não existir algo ou alguém que lhe faça ser alguém? A comunicação por sua vez, nos faz ser alguém dentro da sociedade, pois além de informar os indivíduos, também estreita o conhecimento e oportuniza novas descobertas. Dessa forma, somos informados e formadores da sociedade contemporânea que cresce e desenvolve cada vez mais suas competências comunicativas.


REFERÊNCIAS

BACHMAN, L. Considerations in Language Testing Ooxford: Oxford University Press, 1990.
__________. What Does Language Testing Quarterly, 25 (4), 1991 p 671 – 701.
BORDENAVE, Juan E. Diaz – O que é comunicação. São Paulo: Brasiliense, 2005. – (Coleção primeiros passos; 67). 105 p.il.

Chomsky, N. (1965). Aspects of the Theory of Syntax . Cambridge, Mass , MIT Press. (1965). Aspectos da teoria da sintaxe. Cambridge, Mass, MIT Press.  
HYMES, D. 1971. "Competência e desempenho em linguística teoria" Aquisição de línguas: Modelos e Métodos. Ed. Huxley e E. Ingram. New York: Academic Press. 3-23.
SILVA, Vera Lucia Texeira. Competência Comunicativa em Língua Estrangeira. SOLETRAS, Ano IV, n 08. São Gonçalo: UFRJ, jul.\dez. 2004. 
VIGOTSKY, L. S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes,1998.

Recife Hispánico










quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Día de la Hispanidad

Día de la Hispanidad, proyecto realizado por los estudiantes de la enseñanza media Del Colegio Marista Pio II de la ciudad de Surubim, con la orientación del  profesor Gustavo Braz, envolvió un conjunto de vivencias (danza, música, culinaria, literatura y teatro) la respeto de la cultura hispánica y de los países que fueron colonizados por los españoles.
















Visita al engeño Palma

Conocer la historia de nuestros antepasados fue la propuesta del profesor Gustavo Braz con los niños al engeño Palma en la cuidad de Bom Jardim. Una visita significativa, repleta de curiosidad e encantamiento a cerca de los costumbres de nuestros colonizadores. En esa visita, estudiamos vocabulario a cerca de los componentes de la familia, su importancia para los contextos sociales, su participación en la formación de los ciudadanos. Como actividad para la clase de español, fueron hechos trabajos con fotografías antiguas, árboles genealógicos y descripciones de hábitos sociales.